Os Livros de Patrícia

Postado em Vera Lúcia Marinzeck com as tags , em Agosto 26, 2009 por Norma Spagnuolo

Patricia
Patrícia nasceu e viveu no seio de uma família espírita até desencarnar aos 19 anos de idade. No mundo espiritual,  escreveu 4 livros que foram psicografados pela sua tia Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho, que normalmente trabalha psicografando as obras do Antonio Carlos.Segundo a própria Patrícia contou, ela tinha assumido o compromisso, para com a espiritualidade maior, de escrever apenas 4 livros cujos conteúdos deveriam ser de ensinamentos aos encarnados sobre como é a trajetória de um desencarnado, sua vida numa colônia espiritual e os trabalhos dos socorristas, além de contar – sempre a título de intruir estudiosos do assunto – como é o dia à dia de quem socorre e também fala sobre os socorridos do umbral, os resgates, os prontos-socorros e o funcionamento de casas espíritas…conta muitas outras coisas .

São livros que recomendo para quem perdeu entes queridos e também para quem quer saber como é viver como espírito livre da matéria.

Também tem a versão áudio-livro do primeiro da série: Violetas na Janela (se tem do restante, ainda não vi).

Áudio-Livro: Nosso Lar

Postado em André Luis, Básicos, Casos Verídicos, áudio-livro em Agosto 9, 2009 por Norma Spagnuolo

Nosso-LarPara quem vive parado no trânsito e não tem muito tempo para ler um livro, a vida ficou mais fácil com o surgimento dos áudio-books.
Este aqui do lado, é o Nosso Lar, obra clássica do André Luis e que li anos atrás, num tempo em que jamais pensei na possibilidade sequer de um dia existir um áudio-livro. Mas eis que chegou a modernidade e trouxe com ela essas tecnologias bacaninhas, que facilitam a vida dos ensandecidos e atormentados seres humanos aprisionados em engarrafamentos.
Nosso Lar é o livro em que André Luís conta sua trajetória desde o desencarne. Conta como foi passar uns  tempos no umbral e por quais razões foi parar lá e  como conseguiu sair. Isso, numa época em que nenhum livro de língua portuguesa havia sido escrito nesse sentido, com tantos detalhes. Um clássico espírita que, com certeza, além de impressionar muita gente (como a mim mesma) ajudou a doutrina espírita a ser o que é hoje, tão conhecida e desvencilhada da imagem de coisa mágica, encantada.  Ou seja, mostra que a relação dos encarnados e desencarnados é bem mais corriqueira do que se imagina e a morte é , de fato, apenas uma travessia de um plano para outro, onde o que fazemos e  somos cá por estas bandas, não será esquecido e nem deixaremos de ser, por lá.
Enfim, é um livro recomendado pra quem tem tempo de parar um pouquinho para ler um ótimo livro e um áudio-livro excelente para quem não tem esse tempinho ou para cegos que ainda não conhecem os livros do espírito André Luís e querem conhecer este ótimo autor espiritual.

Faz Parte do Meu Show

Postado em Robson Pinheiro em Agosto 2, 2009 por Norma Spagnuolo

faz_parteEste é mais um livro psicografado pelo Robson Pinheiro, organizado pelo Angelo Inácio. O autor mesmo, quem vai contando a sua história, parece ser aquele cantor e compositor “exagerado”, mas ele não assina como o nosso querido e saudoso Cazuza.
O livro vai contando  a trajetória dele desde quando se percebeu no mundo espiritual após acordar de um período de um ano  em que ficou isolado, recluso, refletindo sobre sua vida .
Eu li o livro por curiosidade, curiosidade óbvia em se tratando de quem tratava o livro e em algumas páginas a gente fica meio que de boca aberta, como quando li o livro ” Nosso Lar ” de André Luís anos atrás.
Aos poucos fui achando que não teria nada demais, por exemplo,  o espírito de Cazuza encontrar o espírito do Carlos Drummond de Andrade nas areias da praia de Copacabana.  Por que não? Tem espírito em tudo quanto é lugar e eles são de atividades artísticas e o fato de serem figuras célebres aqui, definitivamenten não tem a menor importância lá. O que os diferencia é sua arte, seu dom, seu talento e isso vai levá-los para lugares afins com pessoas afins. Mas não tem champagne e confetes. Nem o fato de serem artistas, quer dizer que sejam pessoas péssimas ou maravilhosas do ponto de vista do caráter. gente boa e gente peste tem em todos os lugares e em qualquer ofício
Enfim, é bem interessante.

Obras de J. W.Rochester

Postado em História, J. W.Rochester em Julho 31, 2009 por Norma Spagnuolo

Rochester

Os livros acima são de autoria do espírito J.W. Rochester psicografado pela médium Wera Krijanowsky.
J.W. Rochester foi um poeta e conde e sua vida foi narrada brevemente num filme estrelado pelo Johnny Depp: ” O Libertino”.
Quando peguei este filme na locadora eu não sabia que o libertino em questão era o conde Rochester, cujas obras acima eu já havia lido e apreciado muitíssmo. Fiquei surpresa ao saber que Rochester havia sido tão sensualista e, que durante  as fortes consequências da sífilis, que o estavam corroendo vivo,  tinha refletido o quanto sua vida foi mais difícil do que deveria ter sido, em função dos excessos.
Rochester foi um intelectual e nobre em seu tempo, além de ter tido fama de lindo e irresistível tanto para mulheres quanto para os homens (e não dispensava nenhum dos dois gêneros, mesmo naquela época).
Rochester não tornou-se um moralista em função dos sofrimentos quando ainda encarnado. Apenas usa seu conhecimento de nossas fraquezas e do quanto nossos sentidos podem ficar sob o doce encantamento de ilusões de poder pelos títulos, pela sedução da beleza ou pela opulência financeira.  Ele se resfatelou na dança das delícias e com muita convicção do quanto adorava aquilo, sem culpa nenhuma. Assim, ele entende do assunto e sabe que pode ser difícil resistir, mas dá uns toques sobre maneirar nos excessos, através dos relatos históricos. Ser feliz e sentir prazer não é pecado. Os excessos é que não compensam por trazerem graves consequências, de várias naturezas, para quem os pratica. Não é castigo de um Deus castrador. Esse é o toque.

Mas um dia, Rochester, adoeceu e refletiu sobre as amizades que não tinha, o amor verdadeiro que desprezou, os objetos caros que não lhe restituíam a saúde e a solidão que não era paz de espírito.
Conheci seus livros antes de sua história e já adorava sua narrativa e sua maneira de falar sobre o temperamento e motivações dos personagens que ele nos apresenta.
Seus livros são relatos históricos sobre pessoas e lugares que existiram de fato e que já conhecemos pelos livros de História “oficial ” . Mas ele nos conta também a ” função espiritual ” dos acontecimentos e coisas que a História oficial não teria acesso.
É sempre uma leitura absolutamente indispensável para quem gosta de História e de livros espiritas, além de um livro bem escrito. Rochester era um letrado em sua época, conhecido pelo dom de escrever. E, de fato, ele sabe segurar um leitor. Os dons não se perdem na poeira dos tempo, né?

Vamos aos livros:

HERCULANUM – Como o próprio título diz, é a história dos últimos dias das cidades  Herculanum e Pompéia que ficaram debaixo das cinzas do vulcão Vesúvio. Ele conta, por exemplo, que essas cidades eram de veraneio para os senadores romanos e outros abastados. Conta como foi que aconteceu e a gente vai acompanhando, hipnotisado, vendo, na mente, os acontecimentos. Conta também, o porquê daquilo ter acontecido.

O FARAÓ MENERPHTAH – Sobre Moisés, sua trajetória. Fala também da relação do faraó com Moisés e o porquê das coisas terem sido do jeito que foram as diferenças entre eles, que foram criados juntos. Faz muito tempo que li esse livro e a memória não é tão maravilhosa assim, mas lembro que gostei bastante e passei a entender algumas passagens bíblicas sem o dogma.

A ABADIA DOS BENEDITINOS – Este foi um livro que tive que dar um tempo de ler porque era muito “punk”.  Imagine você, um sujeito que é filho bastardo de um nobre e alguém o coloca interno numa abadia para não receber sua parte na herança quando o pai do rapaz morre. Ou seja, lá vai ele seguir uma vida reclusa no clero, sem ter a menor vocação religiosa e lá aprende tudo o que não deveria aprender e faz tudo o que não se deveria fazer num lugar que se supõe de fé e amor em nome de Deus,  Jesus Cristo e os “santos”.
Na abadia, não apenas existiam os  herdeiros bastardos e indesejados das famílias, mas existiam também aqueles que entraram lá visando poder sobre membros da nobreza e exercer influência política, além de cometer abusos de ordem pessoal pelas cidadelas e vielas sem serem molestados pela justiça. Enfim, nem todo mundo estava lá por vocação. Tinha até ritual estranho de ocutismo na abadia. Não cheguei ao fim, mas vou retomar.
Para quem gosta de ficar “de cabelos em pé” , é um livrão. Rochester descreve os detalhes com uma precisão cirúrgica .

Bom, esses são apenas três dos mais de cinquenta  livros do Conde  J.W. Rochester.
Dê uma “googleada”  no nome dele e pequise mais porque vale à pena saber sobre ele e seus livros. Eu farei o mesmo…

Canção da Esperança

Postado em Robson Pinheiro em Julho 28, 2009 por Norma Spagnuolo

canEste livro – Canção da Esperança – de Robson Pinheiro, foi o primeiro que li de sua autoria. Robson conta a estória de Franklin, um espirito que desencarnou em função de complicações geradas pelo HIV. Franklin estava ávido para falar com o Robson e sempre ficava atrás dele para contar-lhe o seu drama e pedir-lhe ajuda, já que Robson o via. E o via tão nitidamente que nem percebeu que Franklin era um espírito, chegando a falar com ele na rua, tentando dispensá-lo, e passou por doido, quando as pessoas o viam falando sozinho pelas ruas de Belo Horizonte. Depois ele percebeu e foi ajudá-lo e começa a estória propriamente dita.
Este livro não tem a participação do espírito do Angelo Inácio, espírito que Robson psicografa. É um livro do próprio Robson, narrando todos os acontecimentos que o Franklin conta a ele, quando lhe pediu auxílio para servir de ponte entre ele e sua família, que ainda estava encarnada.
Franklin desencarnou cedo e tinha umas coisas para resolver por aqui. Eis a estória em si. Vale à pena ler. A gente se comove e é bem rapidinho pra ler.

Tambores de Angola e Aruanda

Postado em Casos Verídicos, Umbanda, comportamento com as tags em Julho 21, 2009 por Norma Spagnuolo

robson

Os livros acima são de autoria do espírito Ângelo Inácio, psicografados por Robson Pinheiro.
Em primeiro lugar, não são livros considerados espíritas pelos  espíritas (“kardecistas”, digamos assim, embora “kardecismo” mesmo não exista – é só para entender melhor).
Por serem de livros não editado pela FEB, nem psicografado pelo querido Divaldo Franco ou outros mediuns respeitáveis e mais conhecidos dos meios “kardecistas”, normalmente, uma parcela de espíritas têm certo preconceito e desconfiança sobre serem bons espíritos ou não aqueles que escrevem livros sobre temática de Umbanda ou preconceitos sobre outros espíritos como, por exemplo, a Patrícia, autora de Violetas na Janela, best-seller espírita (ou espiritualista, como são chamados estes livros).
É um problema isso de chamar de “espírita” só os livros de Emannuel, Joana de Ângelis, André Luis e outros espíritos tão queridos. conhecidos, respeitáveis e sérios ou dos mediuns Divaldo Franco e outros tampém conhecidos e sérios. Outros menos conhecidos ou desconhecidos, que estão começando suas atividades agora podem ser sérios e serem espíritas e o tempo vai dizer, posto que nossa avaliação pode se enganar de boa fé também, mas o tempo não se engana.
Kardec aconselha  a desconfiar sempre e isso não se deve ao maior ou menor tempo de trabalhos mediúnicos. Ele se referia à qualidade das mensagens espíritas. Naquela época, não existia “kardecismo” e ele não era “kardecista”. Ele estudou a fundo a natureza das comunicações mediúnicas e sempre afirmava que só se pode confiar, quando a mensagem é de amor e paz, harmonia e seu linguajar é calmo, elevado, sem palavrões e agressividade.  Aqueles que fingem serem calmos e pacíficos, um dia caem em contradição porque é difícil enganar a todos todo o tempo. 
Acredito nisso e não tenho a pretensão de julgar um medium e um autor espírita; se eles são  espíritas ou espiritualistas.O nome é o que menos importa, creio eu.  Desconfio sempre - como recomenda Kardec - e se a mensagem é de paz e de instrução de elevado cunho moral, tanto faz se ela é verdadeira ou farsa. Farsa para o bem não faz mal algum, certo? Paz e amor é uma militância na vida tanto para encarnados e desencarnados.
Sou aprendiz e se acho que a mensagem é de paz e amor e não está em discordância com o que aprendi (e ainda estou aprendendo ) nos livros de estudo sistemático da doutrina, para mim, está tudo bem. O resto é separatismo pernicioso do qual não tomo parte e não apóio.

Existe gente boa e gente ruim de todas as religiões de encarnados. O mesmo acontece com desencarnados: uns espíritos trabalham com centros de Umbanda e outros lugares, tipo: igrejas católicas e sinagoga, templos budistas,  e mesquitas, etc… o que difere, é a postura moral verdadeira  de umhomem de fé em prol das pessoas e não hipócrita. Seja guru indiano ou pastor evangélico ou dirigente de centro espírita. Encarnado ou desencarnado. Respeito é bom e todo mundo gosta.

O  livro Tambores de Angola , fala sobre como os pretos-velhos e caboclos ajudam a resolver os problemas sérios de ordem espiritual de nós, aqui encarnados. Fala sobre os procedimentos de ajuda e fala das coisas ruins que as pessoas encarnadas fazem para as outras em pensamentos e ações e de que maneira isso é percebido e resolvido no mundo espiritual. Desmistifica a imagem do preto-velho e do caboclo, que não são necessariamente  negros, nem velhos e nem caboclos, mas apenas assumem estas formas por diversas razões.  Um caso é resolvido no livro e vamos vendo como funciona. É um livro bastante interessante.

Aruanda é a continuação de Tambores de Angola e também é nome de uma colônia espírita onde moram seres de luz ligados às forças da natureza. Estes seres, comumente associados à Umbanda. Umbanda séria, verdadeira, que nunca sacrifica os animais por saber que espírito de luz não precisa de energia vital (nem sangue) de um animal que foi morto e que estava com muito medo.  

Já li livros espíritas em que desconfiei e deixei de lado. Isso acontece. Mas não é o caso desses livros do Robson.

Roteiro para o Estudo do Evangelho do Lar

Postado em Básicos com as tags em Junho 28, 2009 por Norma Spagnuolo

roteiroPara quem pretende fazer o estudo do Evangelho no Lar, este livro é indispensável. Trata-se de um roteiro sistematizado, prontinho para ser seguido. Tem inclusive as sugestões de leituras complementares da cada capítulo do Evangelho, com o número do capítulo do livro da leitura complementar e ainda comentário do que trata cada capítulo.
Uma excelente aquisição.
Comprei pelo site da Editora Boa Nova. Precinho bom.
Vale muito à pena.

O Evangelho Segundo o Espiritismo

Postado em Básicos, Estudos com as tags em Junho 21, 2009 por Norma Spagnuolo

evangelhoObra básica do Espiritismo,  nada mais é do que o Novo Testamento com as instruções dos espíritos para melhor aproveitamento dos ensinamentos contidos nas parábolas e metáforas ditas por Jesus naquela época em que predominava o barbarismo e a ignorância e os homens não entenderiam certos ensinamentos se fossem ditos com clareza.  As metáforas, as frases alegóricas, são esclarecidas pelos espíritos com lógica irrefutável.
Questões éticas e a aplicação dos princípios da moral cristã, são a tônica destes esclarecimentos dos espíritos, para vivenciarmos na prática, através de nossa conduta, os ensinamentos de Jesus.
Nem sempre conseguimos seguir tudo, mas está lá escrito claramente para não haver enganos de interpretação.

Desobsessão: O Espírito no Divã

Postado em Desobsessão com as tags , em Junho 21, 2009 por Norma Spagnuolo

divaEste é um livro que adorei ler e provavelmente voltarei a lê-lo quantas vezes forem necessárias. É um livro sobre desobsessão, como se pode perceber pelo título, mas é  muito focado na psicologia e é ideal para dialogadores, que são aqueles mediuns que lidam com os obsessores nas sessões de obsessão. Acho que todo dialogadoir é um pouco psicólogo porque não deve ser nada  fácil dialogar com um espírito magoado, ressentido, enraivecido ou até mesmo apegado, apaixonado pelo seu obsediado.
Sim, a obsessão não é apenas para a maldade, mas também pode ser por amor. Um espírito que possa ter sido seu amor ou seu parente  noutra vida e te encontrou por aqui e quer ficar ao seu lado. está te atrapalhando e se prjudicando ficando aqui nesta atmosfera densa. Então, o dialogador (ou doutrinador, como queira) fala com ele, tenta explicar as coisas e dissuadí-lo de que aqui ao lado do seu amigo ou desafeto, não é bom ficar e que existe um local apropriado, afinizado com sua energia. Claro que a espiritualidade  maior está ali ao lado, ajudando o doutrinador, mas é necessário que ele esteja bem embasado para ser bem sucedido na sua finção de levar solução e alívio a todos os envolvidos. Neste livro, o dialogador aprende a lidar com situações, aprende a se preparar para as situações e ainda faz uma pequena exposição sobre males mentais, tipo esquisofrenia, psicose maníaco-depressiva,  oligofrenia, neurose, transtornos sexuais e também, as várias faces da depressão e um breve histórico da Psicologia.  Mediuns desobssessores têm neste livro, leitura útil e agradável.
Pelo espírito Merckiell, através da psicografia do medium Paulo Cesar Fonttes D`Faria.

Dramas da Obsessão

Postado em Casos Verídicos, Desobsessão com as tags , , em Junho 21, 2009 por Norma Spagnuolo

dramas

Este livro de Dr. Bezerra de Menezes, pelas mãos de Yvonne A. Pereira, conta duas estórias distintas sobre os processos obsessivos pelos quais a maioria de nós passamos nesta vida em função de ligações pretéritas mal resolvidas com nossos amigos, ex-amigos, ex-amores, ex-conhecidos…enfim, o obsessor não é nunca alguém desconhecido que vem “do nada” para nos assombrar e sim, surge pra que se cumpra a lei de causa e efeito, após nos encontrar por aqui.
A primeira estória mostra um processo obsessivo que durou 100 anos e começou na época da Inquisição. A segunda estória, é mais recente e  fala sobre relações afetivas de maneira bem comovente. 
Aprender com a leitura de estórias baseadas em fatos verídicos e pelas palavras de Dr. Bezerra de Menezes é sempre uma experiência enriquecedora e prazerosa, pois o ritmo narrativo de Dr Bezerra é mais pausado e propicia uma leitura mais reflexiva.